IGARAPAVA CIDADE DE JAIR RODRIGUES  E SEUS PONTOS TURÍSTICOS 

 

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IGARAPAVA PONTOS TURÍSTICOS 


 

 

Igarapava, em tupi-guarani “Porto das Canoas”, está localizada no estado de São Paulo a 437 km da capital. Município de geografia privilegiada por riquezas naturais, como cachoeiras e o Rio Grande, que fica às margens da cidade. Faz divisa com o Triângulo Mineiro e é servida pela Via Anhanguera, principal rodovia do Sudeste brasileiro.

Possuí um dos solos mais férteis do mundo, solo de “terra roxa”, e relevo levemente ondulado, o que favoreceu o desenvolvimento da agroindústria com forte expressão na produção e exportação de açúcar, álcool, cereais e pecuária de leite, bem como a produção artesanal da pinga de engenho e fabricação caseira de doces e queijos.

 

 

IGARAPAVA PONTOS TURÍSTICOS – USINA JUNQUEIRA

 

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USINA JUNQUEIRA


 

Usina Junqueira A colônia, hoje intitulada de Usina Junqueira, foi construída na década de 1940 por Francisco Maximiano Junqueira, o Coronel Quito Junqueira, para abrigar os trabalhadores de sua propriedade sucroalcooleira.

Após sua morte, a vila passou a ser administrada por uma fundação que leva o nome da mulher do coronel, Theolina Zemilla de Andrade Junqueira, a Sinhá Junqueira. Atualmente, a vila pertencente ao município mantém as características e arquitetura da época e também possuí um museu sobre a história da vila e da Fundação.

visitas: Museu, Maria Fumaça, praça Quito Junqueira, Igreja, usina administrada pela Raízen, e fundação Sinhá junqueira

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IGARAPAVA PONTOS TURÍSTICOS – REVOLUÇÃO DE 1932 – PONTE ANTIGA

 

 

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REVOLUÇÃO DE 1932


 

 

 

 

 

 

 

                                   

    O juiz federal aposentado Paulo Fernando Silveira lançou um livro contan

do fatos reais sobre a participação de Uberaba na Revolução de 1930. O advogado e membro da cadeira de número 20 da Academia de Letras do Triângulo Mineiro, Paulo Fernando Silveira, lançou na Câmara Municipal, o livro “A Batalha de Delta – Uberaba e a Revolução de 1930 (companorama da de 1932)”.

Baseado em fatos reais, o livro fala sobre as batalhas que aconteceram na ponte de Delta, entre as forças legalistas (os paulistas) e os rebeldes (os mineiros), com o objetivo de tomada da ponte de Igarapava, como era conhecida pelos paulistas.

 

“O livro conta a história da batalha que aconteceu na Ponte de Delta, em 1930, durante a revolução liderada por Getúlio Vargas para derrubar o governo de Washington Luiz, a fim de evitar a posse do presidente Júlio Prestes de Albuquerque.

São Paulo veio com as tropas federais e a milícia estadual. Eles invadiram o território mineiro pela ponte e pelo rio”, contou. Igarapava, no vale do Rio Grande, foi descanso e passagem dos bandeirantes que viajavam rumo a Minas dos Goyazes.

Em 1720 aquelas terras foram doadas aos famosos bandeirantes Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhangüera, e João Leite da Silva, mas não foi fácil ocupá-las. Os índios Caiapós do Sul, que ali viviam em grandes aldeias, resistiram durante anos aos colonizadores. Mais um século depois, em 1842, é que surge na fazenda Vargem Alegre a capela que deu origem ao povoado de Santa Rita do Paraíso.

Em 1907, quando foi elevada à condição de município, foi rebatizada de Igarapava, que significa “porto das canoas”. As diversas canoas faziam a travessia do Rio Grande. Dentro de São Paulo, mas muito perto de Minas, cerca de 30 quilômetros, a cidade vive até hoje uma certa dualidade. A ponte de ferro construída sobre o Rio Grande, em 1913, é um marco para a cidade.

Significou o prolongamento da linha férrea que cortava as melhores terras de café de São Paulo e chegava quase a Uberaba. A ponte também foi palco de muitos confrontos da Revolução de Trinta entre as Forças Legalistas (Paulistas) e as Forças Rebeldes (Mineiros). Até hoje é possível ver as marcas de balas. Um dos maiores produtores de café do início do século XX, Cel. Quito Junqueira, tinha terras com cafezais que chegavam até Igarapava, e mudou-se para lá pensando em diversificar os negócios.

Montou a Usina Junqueira, que era uma cidade dentro da cidade, com cinema, hospital, biblioteca, comércio, igreja e mais de 250 casas. Tudo, até hoje, preservado e funcionando. A usina é a maior empresa do município e já não pertence ao mesmo grupo, mas mantém a pujança que colaborou muito com o crescimento e desenvolvimento da cidade.

Hoje Igarapava tem cerca de 25 mil moradores fixos e 4 mil flutuantes, que vivem na cidade durante a safra da cana-de-açúcar. É que além da usina local, outras duas estão localizadas muito próximas à cidade. Uma caldeiraria e uma cooperativa de prestadores de serviço para usinas também são empresas importantes na arrecadação de ICMS do município.

A Usina Hidrelétrica que leva o nome da cidade pertence a um consórcio que gera energia para cinco empresas, entre elas, a Cia. Vale do Rio Doce e Cia. Siderúrgica Nacional, apesar da capacidade geradora de 210 MW, segundo a prefeitura não é economicamente significativa para a cidade.

É o agronegócio que continua impulsionando o desenvolvimento local. Igarapava tem 100% de coleta de lixo e tratamento de esgoto. Até meados de 2006 deve chegar também à totalidade na iluminação pública. O asfalto cobre 80% do município e o aterro sanitário é dos mais modernos da região.

Na área da saúde as duas estações de trem desativadas foram transformadas em estações de saúde, complementando o trabalho das 6 Unidades Básicas de Saúde local. Na educação, desde o ano passado, todo o ensino fundamental de 1ª a 8ª séries, com cerca de 5.600 alunos, está “privatizado”.

A prefeitura adotou o material didático de uma rede de escolas e vem promovendo o aprimoramento dos professores. No ensino médio existe uma escola estadual e duas particulares.

Para os universitários, convênios com faculdades regionais garantem descontos nas mensalidades. O turismo é uma atração à parte em Igarapava.

A cidade recebe cerca de 5 mil turistas nos finais de semana. O Rio Grande é a grande atração e a pesca e os esportes náuticos estão entre os preferidos.

 

FOTOS ATUAIS

 

 

 

 

PONTOS TURÍSTICOS – JAIR RODRIGUES 

 

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PONTOS TURÍSTICOS – JAIR RODRIGUES 


 

 

Cantor

NOME: JAIR RODRIGUES DE OLIVEIRA

IDADE : 75 ANOS

SIGNO : PEIXES

LOCAL DE NASCIMENTO: IGARAPAVA,SP  6 DE FEVEREIRO DE 1939

LOCAL DE FALACIAMENTO: COTIA,SP 8 DE MAIO DE 2014

 

 

Jair Rodrigues de Oliveira nasceu na Fazenda Cana Brava, em Igarapava, interior de São Paulo.

Seu primeiro trabalho na carreira musical teve início ainda no final da década de 50. Sua maior contribuição para o sertanejo foi, indiscutivelmente, a interpretação de ”Disparada”, composição de Geraldo Vandré e Théo de Barros vencedora do II Festival de Música Popular Brasileira, em 1966, que dividiu o primeiro lugar com “A banda”, de Chico Buarque.

A canção atravessou os anos, virou um clássico sertanejo, e até hoje é muito cantada e regravada.

 

 

 

IGARAPAVA PONTOS TURÍSTICOS

 

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IGARAPAVA PONTOS TURÍSTICOS  


 

Igarapava é banhada pelo rio grande. Inclusive centenas de pessoas utilizam as margens para praia.

Além disso, a cidade possui a Usina Igarapava e a Usina Jaguara (hoje ENGIE).

Nosso lago é conhecido como Jardim do Éden pelas belezas no seu fundo por plantas e muita exuberância.

 

 

 

 

PONTOS TURÍSTICOS – PENA BRANCA

 

 

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PONTOS TURÍSTICOS – PENA BRANCA


 

 

Cantor

NOME: JOSÉ RAMIRO SOBRINHO
IDADE: 70 anos
SIGNO :VIRGEM
LOCAL DE NASCIMENTO: IGARAPAVA, SP (04/09/1939)
LOCAL DE FALECIMENTO:  São Paulo, SP (08/02/2010)

 

Foi um cantor de música sertaneja e formou a dupla sertaneja “Pena Branca & Xavantinho” junto com seu irmão Ranulfo Ramiro da Silva, o Xavantinho.

A dupla foi encerrada em outubro de 1999 com a morte de Xavantinho. Pena Branca continuou seguindo carreira solo, ganhando o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Sertaneja: “Semente Caipira”.

Faleceu em 8 de fevereiro de 2010, aos 70 anos, vítima de infarto. Dupla sertaneja formada pelos irmãos José Ramiro Sobrinho, o Pena Branca (nascido em Igarapava, interior de São Paulo em 1939) e Ranulfo Ramiro da Silva, o Xavantinho (nascido em Uberlândia em 1942).

Desde pequenos trabalharam na roça com os pais e mais cinco irmãos. José Ramiro tocava viola. Começaram a cantar em 1962, e, em1968, mudaram-se para São Paulo para tentar a vida artística. Ganharam, em 1990, o Prêmio Sharp de melhor música (Casa de barro, de Xavantinho e Moniz) e melhor disco (Cantado do mundo afora).

Em 1992, CDs Renato Teixeira e Pena Branca e Xavantinho – Ao vivo em Tatuí (Kuarup) recebeu o Prêmio Sharp de melhor disco e o Prêmio APCA. A dupla encerrou sua carreira em outubro de 1999, com a morte de Xavantinho.

 

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